Prezados,
Que bom poder contar com vocês e saber/desvendar que o sangue afro pulsa em todos nós, se é que poderia falar assim!
"Nossa realidade", normalmente fica encastelada em edificações ou mesmo em "mitos" que foram criados e explorá-los é, digamos, uma "obrigação" nossa se a sentimos e a queremos, de fato!
Fico pensando: Nossa!, deve ser uma droga mesmo estudar duas disciplinas no mesmo período com um mesmo professor e ao mesmo tempo me dou conta de que tanto eu quanto vocês somos responsáveis para varrer o tédio de tudo isso! Nessa Históra... caminhemos juntos sempre, ok?!!! Porque nas outras, já disse, que não estou "ali" para "vomitar" verdade/s, estamos ali para construirmos algo juntos!
Fazendo um retrospecto da nossa disciplina, ademais dos textos de reflexões de início de aula, tivemos/temos o seguinte:
Na primeira aula foi tratado um texto do ALENCASTRO, Luiz Felipe de. As populações africanas no Brasil. Plano nacional de cultura. A partir do qual pedi que redigissem um comentário respondendo à questão: existe uma cultura afro-brasileira?
O texto da sequência foi: CASRO, Yeda Pessoa de. Dimensão dos aportes africanos no Brasil.
O seguinte foi: LOVEJOY, Paul E. Identidade e a miragem da etnicidade: a jornada de Mahommah Grado Baquaqua para as américas.
O da última aula foi: LAW, Robin. A comunidade brasileira de Uidá e os últimos anos do tráfico atlântico de escravos, 1850-66.
Todos esses textos estão disponíveis na copiadora Liberdade, na Fábio e também podem ser facilmente encontrados na internet.
Para a próxima aula temos/teremos:
O Brasil, a África e o Atlântico no século XIX + O Brasil e a África, nos séculos do tráfico de escravos.
In: COSTA E SILVA, Alberto da. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: Editora UFRJ, 2003.
Avisem aos colegas, ok?
Bom fim de semana!
Luciana.
Só corrigindo...
ResponderExcluirNo trecho onde tem escrito:
"Existe uma cultura afro-brasileira?", leia-se "identidade afro-brasileira"